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POUCAS VAGAS

segunda-feira, 22 de julho de 2013

DICAS PARA SEGURANÇA DE IDOSOS




Sala

- Sofás, poltronas e cadeiras devem ser firmes e fortes, ter apoio lateral que permita ao idoso sentar-se e levantar-se com segurança.

- Móveis com bordas arredondadas para não machucar em caso de esbarrões.

- Evitar pisos encerados, com carpetes ou tapetes soltos.

Quarto

- Os objetos de uso pessoal devem estar colocados próximos à pessoa.

- É importante a instalação de uma luminária com extensão do telefone no criado mudo.

- Evitar que as portas e gavetas dos armários estejam muito perto do chão.

- A cama deve ter uma altura suficiente para que o idoso sentado consiga encostar toda a sola do pé no chão.

- As janelas devem abrir para dentro ou terem lâminas de correr. Dessa forma, evita que o idoso se debruce para fechá-la.

Banheiro

- Instalar barras de apoio na parede do chuveiro e ao lado do vaso sanitário, evitando que o idoso se apoie em locais impróprios.

- Recomenda-se que o idoso esteja sentado em uma cadeira com apoio lateral ao tomar banho de chuveiro.

Cozinha
- Instalar piso cerâmico antiderrapante.

- A bancada da pia deve ter em média 85 cm de altura.

- Gavetas de fácil abertura com travas de segurança. Coloque utensílios e mantimentos em local de fácil alcance e não use escadas ou banquinhos.

- Recomenda-se que o idoso não manuseie panelas e outros utensílios pesados.

Dicas gerais

- Instalar corrimão nas escadas, piso antiderrapante e boa iluminação.

- Deixar sempre acesa uma luz no corredor.

- Usar calçados anatômicos e flexíveis feitos de materiais ajustáveis aos pés, com solas mais espessas, que protejam os pés de saliências do solo.

- Não fumar e não consumir bebidas alcoólicas.

- Ingerir quantidade adequada de cálcio, mantendo o equilíbrio alimentar.

- Expor-se ao sol por 15 minutos diários.

- Consultar médicos e dentista periodicamente.

- Imunizar-se corretamente.

-Ter sempre por perto números de serviços de emergência.

domingo, 13 de maio de 2012

Plano de saúde para o idoso deve ficar até 60% mais barat



Raphael Hakime, do R7
Todos os meses, um pedaço considerável do orçamento da dona de casa Irene Serio, de 60 anos, tem um destino certo: pagar a conta do plano de saúde. Juntos, dona Irene e o marido, seu Anor, de 63 anos, pagam R$ 2.200 por um convênio médico “razoável”, segundo classificação dela própria. 

— Quando eu completei 59 anos, [a empresa] quase que dobrou meu pagamento. Eu pagava R$ 600 e passou para R$ 1.100. Eu não tenho nenhuma doença preexistente grave. Tenho doenças corriqueiras da velhice, como hipertensão, que não é uma coisa dispendiosa. Um exame anual de controle resolve. Não tem nada assim que se gaste muito dinheiro do plano de saúde. 

Para aliviar o bolso de quem paga convênio médico, um projeto das empresas de planos de saúde e de previdência privada poderá baratear em até 60% a conta para os idosos brasileiros (saiba como vai funcionar no quadro abaixo)

O preço do plano não vai baixar, mas será possível fazer uma poupança extra, por meio de uma previdência privada, enquanto trabalha para pagar até 60% da mensalidade quando for idoso, explica José Cechin, diretor executivo da Fenasaude (Federação Nacional de Saúde Suplementar). 

— A ideia é que, enquanto trabalha, dos 20 aos 60 e poucos anos de idade, além do plano, ele paga uma pequena quantidade a mais, que pode ser repartido entre ele e a empresa, se esta topar, e coloca o dinheiro em uma previdência. Quando chega aos 60 anos, terá um capital acumulado e sacando um pouco por mês, ajuda a pagar o plano. 

Cechin lembra que os gastos com saúde são crescentes em todo o mundo e poupar para o plano de saúde é possível porque, enquanto trabalha, o brasileiro teria renda suficiente para pagar um pouco a mais. Segundo projeto, cada consumidor ou empresa poderiam definir o montante que seria colocado na poupança extra.
 Em uma simulação, o diretor da Fenasaude considerou um plano no valor de R$ 100 para um jovem de 18 anos e um pequeno adicional que elevaria a mensalidade para R$ 115. Após os cálculos, esse jovem pagaria menos da metade do preço do plano quando idoso. 

— Eu fiz uma simulação com um acréscimo de 15% sobre a mensalidade. Se acrescentar 15% sobre a mensalidade, ao chegar aos 65 anos de idade terá um capital suficiente para pagar 60% de R$ 600, que dá R$ 360. Ele poderia pagar R$ 360 sacando da conta de previdência e esse capital duraria 20 anos, dos 65 anos aos 85 anos, que é um pouco mais que a expectativa de vida do brasileiro. 

Acostumada a pagar caro pelo plano de saúde, dona Irene diz que o projeto pode funcionar porque “tudo que se faz para prevenir e planejar sua vida para o futuro vale a pena”. No entanto, as empresas deveriam pagar essa conta extra. 

— Você acha que o jovem ganha o suficiente para pagar um pouco mais no plano de saúde? Já é difícil manter um padrão de vida razoável. Como o jovem vai pagar também um plano de saúde mais caro? A maioria das empresas oferece plano e, se o acréscimo entrar na conta das empresas, aí tudo bem. 

Cechin explica que nem sempre o beneficiário do plano de saúde arcaria com a despesa extra. Isso porque a maioria das pessoas tem plano empresarial e a empresa pode ajudar a fazer essa poupança. 

— A ideia é que o modelo e o produto que se desenha permitam que a empresa faça depósitos em nome de seu empregado. Seria um benefício extra para o funcionário.

O projeto ainda está em fase de desenvolvimento e depende das aprovações da Fenasaude, Susep (Superintendência de Seguros Privados) e da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). Por isso, não há data para o novo projeto entrar em vigor.


sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Terceira idade é tão boa quanto outras fases da vida, diz especialista




O Brasil está ficando mais velho. Dados parciais do Censo 2010 indicam que há aproximadamente 24.500 pessoas acima de 100 anos no país. Até 2025, o Brasil será o sexto país do mundo com maior número de pessoas idosas, segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde).
O geriatra Renato Maia, o primeiro passo para se manter uma boa qualidade de vida na velhice é mudar o conceito de que envelhecer é ruim. Para o especialista em saúde do idoso, a terceira idade é tão boa quanto as outras fases da vida. "A velhice é cheia de oportunidades, o papel da sociedade é muito importante. Igualdade e oportunidade são para todos", disse nesta sexta (1º), Dia Internacional do Idoso.
Segundo ele, a sexualidade também pode ser explorada. "O idoso precisa reconhecer que a sexualidade vai muito além do contato sexual. A idade não deve ser colocada como limitação para nada, não há nenhum impedimento para que os idosos demonstrem carinho. A intimidade entre um casal de idosos significa um gesto de amor e é gratificante", completou.
Baltazar Batista, 68 anos, morador de Rio Verde (GO), acredita que chegar a essa idade é um privilégio. Ele diz que não abre mão de trabalhar. "Trabalho em um laboratório de prótese dentária com os meus filhos e faço entregas de bicicleta. Devo pedalar entre 20 a 50 km todos os dias", disse.
Batista afirma que sente a falta de respeito com os idosos, principalmente, no trânsito. Ele conta que, para viver bem na velhice, o apoio da família é fundamental. "A receita é comer bem, fazer alguma atividade física e tentar viver bem com todo mundo. O respeito é importante, não só dos jovens para o idoso, mas também do idoso para o jovem", completou.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

'Malhadora' de 102 anos dá lição a jovens sedentários



Programa da BBC3 leva britânicos aos Estados Unidos para aprender com aposentados saudáveis.
Um programa de televisão produzido pelo canal BBC3 levou quatro jovens britânicos sedentários aos Estados Unidos para viver com alguns dos aposentados mais saudáveis do mundo, entre eles Dona Ida que aos 102 anos faz musculação todos os dias.Ida é a estrela da comunidade para idosos na Flórida, onde os aposentados fazem o que podem para limitar os efeitos da idade.Ela se mudou para lá com quase cem anos, para morar perto da filha, então com mais de 70, que sugeriu que ela fizesse exercícios.Com a malhação, ela deixou de usar bengala e passou a ser muito mais independente.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mortes por Alzheimer aumentam


Doença afeta mais as pessoas brancas e as que moram no Sudeste do país
As mortes causadas pelo mal de Alzheimer, uma doença neurológica, cresceram quase seis vezes na última década. Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (20) pela ABN (Academia Brasileira de Neurologia) mostra que, de 1999 a 2008, o número de vítimas no país saltou 486%, de 1.343 para 7.882. O Dia Mundial de Combate ao Alzheimer acontece nesta terça-feira (21).
O relatório da ABN indica que os maiores obstáculos para conter o avanço da doença são a falta de diagnóstico correto e precoce, além do acesso ao tratamento, que é oferecido gratuitamente pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
- Em meio às dificuldades de identificação por parte de familiares e, por vezes, de médicos, a doença de Alzheimer apresenta impactos cada vez mais avassaladores sobre a sociedade brasileira.
As maiores vítimas do mal de Alzheimer, ainda segundo o levantamento da ABN, são as pessoas brancas e aquelas que residem no Sudeste. Apesar disso, a região em que o problema mais cresceu no período foi a Norte, com aumento de 2.050% entre 1999 e 2008, seguida por Nordeste (899%), Centro-Oeste (791%), Sudeste (567%) e Sul (470%).
Segundo a neurologista Marcia Chaves, coordenadora de uma campanha que a ABN realiza em todo o país para alertar sobre o problema, os brasileiros levam três anos para conseguir o diagnóstico certo da doença.
Essa demora acontece, de acordo com Marcia, porque alguns sintomas da doença, como perda de memória e dificuldades de planejamento e raciocínio, são mais associados à velhice do que ao Alzheimer.
- 70% dos doentes com demência recém-diagnosticada têm doença de Alzheimer de leve a moderada, mas apenas 52% recebem a prescrição de uma medicação específica no primeiro atendimento.
A doença
O mal de Alzheimer altera a capacidade cognitiva das pessoas, em funções como memória, linguagem, planejamento e habilidades visuais-espaciais, provocando mudanças de comportamento. As principais alterações são: apatia, agitação, agressividade e delírios.
Quem sofre com a doença acaba, progressivamente, limitando suas atividades profissionais, sociais, de lazer e até mesmo domésticas. Segundo a ABN, o mal de Alzheimer não é consequência do envelhecimento.
O primeiro sintoma de que a pessoa pode estar com a doença é a perda de memória, sobretudo de fatos recentes. Na sequência, a linguagem pode ser prejudicada, surgindo em seguida a desorientação de tempo e espaço, chegando à fase avançada, quando o paciente tem alucinações, perda do controle de necessidades fisiológicas e dificuldades para se alimentar.
Certas medidas podem ajudar a preservar a saúde mental e diminuir o risco de a pessoa ter a doença: os médicos recomendam atividade física regular, bom sono e cuidados com os medicamentos.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Lei cria programa de defesa pessoa para idosos


Fluminenses com mais de 60 anos agora contarão com um programa de defesa pessoal, segundo prevê a lei 5.822 publicada hoje no Diário Oficial. A secretaria estadual de Turismo, Esporte e Lazer, juntamente com as prefeituras, deverá promover aulas com professores de educação física especializados em artes marciais.
Segundo a lei do deputado Tucalo (PP), o poder executivo terá de firmar convênios com entidades públicas e privadas para viabilizar o programa. A ideia, além de contribuir com a segurança pessoal, é promover maior qualidade de vida dos idosos.