terça-feira, 18 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
ÁGUA E VIDA ....O IDOSO DEVE BEBER BASTANTE ÁGUA
A alimentação e a nutrição têm um inegável impacto na saúde e bem-estar, sendo
condicionantes da qualidade de vida das pessoas idosas. Por sua vez, o estado nutricional das pessoas idosas é condicionado por diversos
factores que influenciam a capacidade do individuo de se alimentar e hidratar
adequadamente. O próprio processo de envelhecimento pode originar alterações fisiológicas, com
consequências na ingestão alimentar e no estado nutricional, nomeadamente a
desidratação
Leia o artigo completo:
http://www.spgg.com.pt/UserFiles/file//2015_03_24_APN_Ebook_Hidratacao_%20pessoa_idosa.pdf
Leia o artigo completo:
http://www.spgg.com.pt/UserFiles/file//2015_03_24_APN_Ebook_Hidratacao_%20pessoa_idosa.pdf
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
PREVENÇÃO DA ÚLCERA POR PRESSÃO
DIGA NÃO À ÚLCERA
Úlcera por pressão são lesões de pele
associadas a fricção,pressão,umidade e outros fatores.
Elas podem afetar qualquer área da
pele e são especialmente comuns na região sacra,trocanteriana e outras áreas
com proeminências ósseas.
O nosso cuidado é fundamental na
prevenção destas úlceras.
DICAS
CUIDE DA PELE
Considere em risco para úlcera todas as pessoas restritas ao leito ou
cadeira rodas,ou aquelas cuja capacidade de se reposicionarem estiver
debilitada.
Esteja atento para qualquer sinal de
hiperemia (informe e documente estas observações).
Mantenha o paciente sempre limpo e
seco .
Limpe a pele no momento em que sujar
e use uma barreira tópica protetora.
Use hidratantes após o banho e sempre
que perceber ressecamento de pele.
Evite massagear as proeminências
ósseas e mantenha o lençol da cama sempre bem esticado de forma a minimizar as
lesões devido a fricção e cisalhamento.
Use coxins ou travesseiros para
promover o conforto do paciente em CUIDE DA ALIMENTAÇÃO
Colabore com o programa para manter o
paciente nutrido e hidratado.Siga rigorosamente as orientações da nutricionista
e do médico.
MUDE O DECÚBITO
Reposicione as pessoas restritas ao
leito pelo menos a cada duas horas e as pessoas restritas a cadeira a cada
hora.
RELÓGIO DE DECÚBITO
Utilize o relógio de decúbito para
orientar as mobilizações.
Eleve a cabeceira da cama o menos possível
e por pouco tempo (ângulo máximo de 30 graus.)
Não sente o paciente sobre as lesões.
Coloque os pacientes em colchões ou
almofadas que reduzam a pressão.Não use almofadas tipo argola ou roda d’água.
Use travesseiros ou almofadas de
espuma para manter as proeminências ósseas ,como joelhos e calcâneos ,fora do
contato direto com a cama ou outra proeminência do próprio corpo.
Ensine às pessoas restritas à cadeira
,e que são capazes , a mudar de posição para aliviar o seu peso a cada 15
minutos.
Use recursos tipo trapézio ou o
lençol móvel/forro de cama para elevar ou movimentar ao invés de arrastar as
pessoas durante a transferência ou mudança de posição .
PONTOS DE RISCO
O SEU CUIDADO EÉ MUITO IMPORTANTE
PARA O SUCESSO DESTA PREVENÇÃO.
Ricardo Solano Bastos
36 anos cuidado de idosos
sábado, 8 de outubro de 2016
Paciente diabético idoso necessita de cuidados especiais
As quedas e as fraturas, sempre muito perigosas para os idosos, representam um risco ainda maior para os pacientes diabéticos. O assunto vem preocupando a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e se insere nos cuidados especiais e nova abordagem no tratamento desse grupo de pacientes, que tende a crescer como consequência da tendência da inversão da pirâmide etária no Brasil, com o aumento da expectativa de vida da população brasileira - hoje de 78 anos - e crescimento da população de idosos.
"As Peculiaridades do Tratamento do Diabetes Mellitus no Idoso" será o tema da sessão temática de Diabetes, e será apresentado pela endocrinologista e diretora do centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia, unidade da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, Reine Chaves Fonseca, no dia 1º de setembro, das 10 às 11h30. A sessão, que será realizada no auditório do Centro de Atenção à Saúde, é uma iniciativa do Cedeba, realizada sempre na primeira terça - feira do mês, por meio da Coordenação de Educação e Apoio à Rede (Codar), tendo como público alvo a equipe multidisciplinar (Saúde da Família, Centros de Referência e instituições de Ensino Superior).
Cuidados
De acordo com dados do IBGE, os idosos na Bahia - mais de 60 anos - totalizam 1,4 milhões de pessoas de uma população total de 14,1 milhões de habitantes. Com base nesses números, a população estimada de diabéticos idosos no estado é de 72 mil pacientes ( 5% do grupo). De acordo com a endocrinologista Reine Chaves, a possibilidade de complicações do diabetes (assim como nas demais doenças crônicas) aumenta com o tempo da doença. Por isso - enfatizou - é muito importante estabelecer metas para controlar o paciente diabético idoso, priorizando o idoso frágil, com demências. Com isso - pontuou- vem a definição de critérios, metas e maneiras de abordagem do paciente idoso diabético.
No paciente diabético idoso, segundo explicou a diretora do Cedeba, situação de hipoglicemia, por exemplo ( queda do nível de glicose no sangue) representa um risco maior para quedas que, além de fraturas também podem causar ferimentos, também problema para o paciente diabético, principalmente se o diabetes não estiver controlado.
"As Peculiaridades do Tratamento do Diabetes Mellitus no Idoso" será o tema da sessão temática de Diabetes, e será apresentado pela endocrinologista e diretora do centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia, unidade da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, Reine Chaves Fonseca, no dia 1º de setembro, das 10 às 11h30. A sessão, que será realizada no auditório do Centro de Atenção à Saúde, é uma iniciativa do Cedeba, realizada sempre na primeira terça - feira do mês, por meio da Coordenação de Educação e Apoio à Rede (Codar), tendo como público alvo a equipe multidisciplinar (Saúde da Família, Centros de Referência e instituições de Ensino Superior).
Cuidados
De acordo com dados do IBGE, os idosos na Bahia - mais de 60 anos - totalizam 1,4 milhões de pessoas de uma população total de 14,1 milhões de habitantes. Com base nesses números, a população estimada de diabéticos idosos no estado é de 72 mil pacientes ( 5% do grupo). De acordo com a endocrinologista Reine Chaves, a possibilidade de complicações do diabetes (assim como nas demais doenças crônicas) aumenta com o tempo da doença. Por isso - enfatizou - é muito importante estabelecer metas para controlar o paciente diabético idoso, priorizando o idoso frágil, com demências. Com isso - pontuou- vem a definição de critérios, metas e maneiras de abordagem do paciente idoso diabético.
No paciente diabético idoso, segundo explicou a diretora do Cedeba, situação de hipoglicemia, por exemplo ( queda do nível de glicose no sangue) representa um risco maior para quedas que, além de fraturas também podem causar ferimentos, também problema para o paciente diabético, principalmente se o diabetes não estiver controlado.
sexta-feira, 24 de junho de 2016
CONVIVENDO COM O PARKINSON
A Doença de Parkinson é uma doença degenerativa neurológica que pode causar tremores e lentidão. Dados daOrganização Mundial de Saúde (OMS)mostram que aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença.
Somente no Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema. A cura ainda não foi alcançada, mas há estudos em nível experimental sobre o tratamento com células tronco.
A Doença de Parkinson (DP), descrita por James Parkinson em 1817, é uma das doenças neurológicas mais comuns e intrigantes dos dias de hoje. Tem distribuição universal e atinge todos os grupos étnicos e classes socioeconômicas. Estima-se uma prevalência de 100 a 200 casos por 100.000 habitantes.
Ela é causada pela deterioração de neurônios dopaminérgicos da substância negra cerebral e também pelo comprometimento de outras regiões, como o núcleo dorsal do vago, sistema olfatório e alguns neurônios periféricos. Fatores genéticos também devem ser considerados, principalmente em casos precoces (antes dos 50 anos), que são mais raros.
O corpo fala
A Doença de Parkinson é caracterizada basicamente por tremor de repouso, tremor nas extremidades, instabilidade postural, rigidez de articulações e lentidão nos movimentos. Há também outros sintomas não motores, como a diminuição do olfato, distúrbios do sono, alteração do ritmo intestinal e depressão.
Para diagnosticar o problema, é preciso estar atento. A doença pode iniciar entre 10 e 15 anos antes dos sintomas se evidenciarem. Quem apresenta tremores deve procurar ajuda médica, pois eles também podem ser causados por outros motivos e por efeito colateral de alguns medicamentos.
A constatação do problema é feita por exames neurológicos e pela avaliação do histórico do pacientes. Inicialmente, a ressonância magnética e a tomografia podem ser realizadas com o intuito de descartar outras doenças. Feito isso, pode-se partir para os radiotraçadores PET e SPECT, que avaliam a função dos neurônios dopaminérgicos.
Pensando em qualidade de vida
Caso a doença seja constatada, o tratamento deve ser feito à base de medicamentos, com o intuito da redução da progressão de sintomas. A escolha do medicamento mais adequado deverá levar em consideração fatores como estágio da doença, a sintomatologia presente, ocorrência de efeitos colaterais, idade do paciente, medicamentos em uso e seu custo.
Pacientes com incapacidade funcional causada pelos sintomas parkinsonianos também podem se beneficiar de programas terapêuticos de reabilitação, envolvendo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e suporte psicológico e familiar, buscando evitar ou retardar a perda de suas funcionalidade e habilidades motoras.
Tais serviços são ofertados na Rede SUS nos Centros Especializados em Reabilitação com modalidade de reabilitação física. Quando o usuário com Parkinson não responde bem aos remédios prescritos, há ainda possibilidade de alguns tratamentos cirúrgicos e com estimuladores cerebrais profundos.
De acordo com o Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica do SUS para pessoas com Doença de Parkinson, publicado pela portaria nº 228, de 10 de maio de 2010, os medicamentos disponíveis no SUS para o tratamento são: Levodopa/carbidopa; Levodopa/benserazida; Bromocriptina; Pramipexol; Amantadina; Biperideno; Triexifenidil; Selegilina; Tolcapona e Entacapona.
Fonte:
domingo, 19 de junho de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
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